
É incontornável, o Sr. aí de cima: para o bem e para o mal, num dia como o de hoje, é obrigatório lembrar o nosso maior "escrevinhador" vivo (apesar de mais para lá do que para cá, diga-se), ainda por cima único Nobel da Literatura em língua portuguesa (sem acordo...).
Cruxifiquem-me, mas eu não gosto dele.
Fugindo ao óbvio, lembrei-me dos livros importantes das nossas vidas, importantes até para quem não gosta de ler: a cartilha onde aprendemos o bê-a-bá, o código das estradas, a lista telefónica, os livros de receitas, abundantes em qualquer cozinha, o manual de instruções de todos os aparelhos com mais de um botão e o mais importante de todos, o Livro de Reclamações (porque não o usamos todas as vezes que necessitamos?).
Lembrei-me de um livro que poucos se lembraram de ler e até quem leu com atenção nem sempre o recorda: qualquer manual de ética e cidadania.
Recordei todos os livros que amei ler e os que descubro agora que o pouco tempo obriga a selecções mais rigorosas...
E lembrei-me do único livro até hoje que não consegui ler mais do que quatro páginas, apesar de obra obrigatória para a Faculdade: O ser da compreensão, de Monique Augras. Comecei por não perceber o título...
Contem-me, para vocês qual foi o livro mais detestável de sempre? Não vale o Mein Kampf de Hitler...
Etiquetas: comemorações